DisXease é o resultado da fusão da nova e velha escola do hardcore

banda nova
A gente tarda mais não falha, com um delay bem grande, mas voltamos a ativa. O motivo é um jabazinho. É chato falar da própria banda, mas fazer o que, sem sacrifício não há vitória.

DisXease é um projeto que existe faz um bom tempo na minha cabeça e do meu amigo Pedro Carvalho. Além de amigos, fomos colegas de trabalho por dois anos. Essa época nós ficavamos o dia todo falando de som e escutando todas as bandas mais sujas da face da terra.

Nessa época (1 ano e meio atrás) estavam surgindo várias bandas melódicas (metade melhor, rs), ainda rolava aquela ascensão do old school com oitavado e a gente tava carente de bandas “brutas” seguindo a linha do Life’s Blood, Straight Ahead, SSD (tinha o sentenced!!) e por ai vai. Então a pira era montar essa banda de um jeito ou de outro.

Fui para europa e conheci o portuga louco, fanático por youth crew e ele me disse que iria morar no Brasil. Já deixei avisado pra ele que a gente ia montar uma banda, avisei o Pedro e já era, a banda estava montada verbalmente. Depois de muito tempo, quase um ano, nós convidamos o nosso brother Athos (Inner Self/StillXStrong) para cantar, a ideia surgiu após uma apresentação de sua outra banda StandXhard no espaço S/A, o cara destruiu, tinha que ser ele.

Fizemos os primeiros ensaio só eu, Pedro e Rafa, mas foram os dois que deram a cara pra banda, fizeram vários ensaios sozinhos, apavoraram nos sons. Nesse meio tempo eu sofri um acidente, quebrei o pulso, quase parei de tocar, mas no fim deu tudo certo e a nossa banda “BOSTON” saiu, acabou não ficando tão boston, mas ficou do jeito que a gente queria, feia.

Todas as nossas influências mais obscuras de hardcore estão nessas bases, straightedge hardcore, mas sem perder a estética e raiva do punk.

LINK:
http://disxease.bandcamp.com/
http://disxease.bandcamp.com/
http://disxease.bandcamp.com/
http://disxease.bandcamp.com/

Inner Self traz a raiva de volta em áudio e vídeo

Inner Self no Inferno Club. Foto por Breno Carollo

O Inner Self, desde seu primeiro show vem – literalmente – agitando a cena Hardcore paulistana. Há pouco mais de um mês lançou a demo Bringing The Rage Back. Pra quem curte Hardcore pesado, mas ainda não conhece a banda, não deve perder tempo por razões óbvias, aqui vão algumas delas:

– A banda carrega nome de um som animalesco do Sepultura, o que denota bom gosto da parte dos integrantes.

– Os integrantes tocam em outras bandas animais como Final Round, Still Strong, In Your Face (R.I.P) e The Only Way.

– Segundo o próprio vocalista, Athos, o intuito dos sons são trazer a raiva de volta ao Hardcore, contrariando a celebração do vazio, que é o que alguns shows/cenas se tornaram.

Inner Self no Vegacy. Foto por Breno Carollo

Apesar do pouco tempo de existência, o projeto do Inner Self já existia há quase dois anos, porém, só se concretizou no final de 2012. Agora com formação solida, a banda está a todo vapor, inclusive hoje está disponibilizando o vídeo da música que carrega o nome da demo “Bringing The Rage Back”. O clipe foi editado – e por que não dirigido? – por um dos mais incansáveis trabalhadores a serviço do underground, Ailton Lucena (255 recs, Travolta Discos) e as imagens foram captadas no último show da tour do No Turning Back no Brasil.

Se você ficou curioso ou desacreditado, vá ao bandcamp da banda http://innerselfhc.bandcamp.com e tire a prova.

Em seguida veja o vídeo que acabou de sair do forno.

 

Inner Self is bringing the rage back!

INNER SELF

Exposição de Martin “Crudo” chega à São Paulo

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Na próxima semana será aberta a exposição de umas das figuras mais prolíficas do Hardcore/Punk Mundial, Martin “Crudo”.

Martin Sorrondeguy nasceu no Uruguai no final da década de 60, ainda novo, mudou-se para Chicago (EUA) com os pais. Começou a se envolver com a cena Hardcore/Punk no início dos anos 80, por meio de bandas e zines. Paralelo a sua paixão pela música, também veio o interesse por fotografia, indo a concertos, começou a praticar essa forma de expressão fotografando bandas de amigos e alguns grupos se encontravam em turnê naquela época.

Nos anos 90 o músico foi fundador da banda Los Crudos, referência quando o assunto é hardcore e cultura “faça você mesmo”. Além dos Crudos, que foi seu projeto musical mais conhecido, Martin também foi vocalista do Limp Wrist, grupo fundador do estilo musical intitulado “QueerCore”, explora a temática GLS, com letras pró-gay e anti preconceito.
crudos

Muito popular no meio alternativo, Martin conquistou um enorme respeito dentro da cena Hardcore. Tornou-se professor de fotografia, mas abandonou a profissão para se dedicar a fotografia como arte. Fazendo exposições de seu trabalho ao redor do mundo, valeu-se de grande experiência com viagens e turnês feitas com baixo custo, para viabilizar estas experiências.
Atualmente escreve e fotografa para a Maximum Rock N Roll, a revista/zine punk mais antigo em circulação.

Recentemente Martin lançou um livro de fotos chamado Get Shot, que conta com fotos tiradas durante 27 anos de turnê. O impresso tem capa dura, 250 páginas e foi lançado selo “Make a Mess”. As imagens representam a cena underground do mundo inteiro, dando ênfase, porém, a cena Punk e suas vertentes. Os registros contém nomes de peso como Fugazi, Operation Ivy, Dropedead, dentre outros. O trabalho é descrito como “um olhar vindo de dentro”, e leva qualquer leigo a conhecer a arte obscura que existe na cultura alternativa.

martin livro

A exposição contará com fotos que fazem parte do livro, além de algumas novidades. Imagens registradas no Brasil, EUA, Canada, Austrália, Japão, Peru e Argentina têm como objetivo mostrar a pluralidade dessas cenas locais. A exposição já passou por todos os países citados, com exceção do Peru, e agora chegou à vez do Brasil. O trabalho será exposto no espaço Matilha Cultural no centro de São Paulo e a abertura ficará por conta de bandas ligadas a contra cultura e a cena punk nacional.

No dia 9 de abril é aberta a exposição e haverá show com as bandas:

Likso, um projeto em formato de trio, que toca o hardcore no estilo mais cru e barulhento.

A outra apresentação fica por conta do Rakta, quarteto de feminino, que mescla muita psicodelia, experimentalismo e pós-punk.

No dia seguinte, 10 de abril, haverá a apresentação do filme Beyond The Screams: A U.S. Latino Hardcore Punk Documentary, um documentário que mostra a cena hardcore latino americana dentro dos Estados Unidos. Na sequência, será iniciado um bate papo com Martin – idealizador da produção – onde o espaço será aberto para perguntas e troca de ideias.

Quando: de 9 a 12 de abril.

Onde: Matilha Cultural – R. Rêgo Freitas, 542 – Republica, SP

Quanto: Grátis.

*Este projeto é feito de forma totalmente independente, sem apoio de qualquer marca ou empresa. É uma parceria entre a Matilha Cultura e a cena hardcore/punk.

Test e D.E.R lançam clipe e split.

Capa por: Carolina Scagliusi

Capa por: Carolina Scagliusi

 

O Sujeira volta do mundo dos mortos – ou quase isso – para divulgar uma ação conjunta feita por duas das bandas mais ativas do underground paulistano, Test e D.E.R. No currículo delas constam ações que seguem a risca o Faça Você Mesmo, como por exemplo, shows realizados na calçada, chegando até mesmo a realização de palco independente em meio a virada cultural. E agora, em mais uma ação conjunta, as bandas lançam um split chamado “Otomanos”.

A ideia é que este seja um split “ao pé da letra”, ou seja, as duas bandas tocam simultâneamente, com uma só bateria, visto que o ambas contam o mesmo baterista. Serão oito músicas, onde cada banda poderá ser escutada em uma caixa do aparelho de som, ou seja, quando o “balanço” for colocado todo para o lado esquerdo você ouvirá o D.E.R, já se colocado para o direito, será executado o Test e se colocado no meio, ouvirá as duas bandas tocando ao mesmo tempo. A descrição pode soar caótica, mas vale ressaltar que existe apenas uma linha de bateria, a que guiou as composições.

O split será lançado no formato 7″ pela Cospe Fogo e 255 Records, já a arte ficou por conta da artista Carolina Scagliusi. Além disso, hoje está sendo dado o pontapé inicial a divulgação desse compacto, com o clipe da(s) música(s) Test: Rivais/D.E.R: Eu, Ahab. Então não vacile e veja o clipe, vista a camisa, vá ao show.

ASSISTA O CLIPE

Todas as artes do Test são feitas por Carolina Scagliusi.
Contato:
c.scagliusi@gmail.com

Neste sábado começa a expo individual de Disturbios, no espaço S/A

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Primeira expo individual no espaço S/A. A exposição é do artista Diogo Pimentel, mais conhecido como “Disturbios”. Colagens, instalações e outras formas de expressão artisticas. Sem muitas cores, prevalecendo o preto e o branco. Com muito mistério as portas estarão abertas neste sábado (02) a partir das 16h. Além dos trabalhos expostos, todos os dias irão contar com apresentações musicais.

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Serviço:
Data: 02.02.13 até 09.02.13
Horário: 16H – 22H (aberto todos os dias)
Local: S/A
Endereço: R. Cardeal Arcoverde 2096
Entrada franca.

Durante os dias de exposição sessões musicais com:

Sáb 02.02 – TRA (trilha para exposição)
Dom 03.02 – Explosão Laica + Beck Flag
Seg 04.02 – Quarto + Trote + Birito
Ter 05.02 – DIKINA + Marcílio Silva
Qua 06.02 – Droid On + Babylons P + Mob Barley
Qui 07.02 – Ordo + Osso + Uivo
Sex 08.02 – M.Takara + Guilherme Granado + Jon Gall
Sáb 09.02 – Objeto Amarelo + TRA + Afasia

Evento no facebook

Likso traz o ódio de volta ao Hardcore.

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Fotos: Mateus Mondini

Como é sabido por grande parte da comunidade hardcoreana do Brasil, 2013 é um ano promissor. Só neste primeiro mês já foram anunciados pelo menos umas 4 tours de bandas estrangeiras por aqui. Seguindo toda essa onda de prolificidade pós fim do mundo, surge mais uma banda em São Paulo, o Likso. A parada é bem simples, Hardcore/Punk imundo e raivoso, direto, sem proxilidade. Os vocais cheios de eco dão um ar sinistro a mistura de Negative Approach com Crust feita pela banda. As letras soam como versões minimalistas do Neurosis no Souls At Zero. A demo do Likso está disponível tanto para streaming, quanto para download no likso.bandcamp.com ouça agora e morra de tanto pogar.

Entrevista com a banda Espanhola APPRAISE

Estamos de volta depois de um longo tempo de férias e muitos dias sem aparecer. Eu sei que palavras parecidas já foram ditas, mas prometemos manter esse espaço mais atualizado.

O ano de 2013 com certeza está começando bem para os brasileiros que apreciam a cultura alternativa. É janeiro e já temos três turnês de bandas estrangeiras marcadas aqui (Appraise, Los Crudos e Cruel Hand), isso que estou focando apenas no cenário hardcore.

appraise fotona

Para começar bem o ano quem desembarca no Brasil é o Appraise, quarteto pouco conhecido por aqui, mas não os seus membros. A banda é o novo projeto de alguns integrantes do mítico CINDER. O som não foge muito do estilo do antigo projeto, seguindo a linha “old school” de clássicos do youth crew, mas com a simplicidade e energia do hardcore americano do começo dos anos 80. Tive o prazer de ver o show dos caras em Barcelona em 2012 e posso dizer uma coisa: É MUITO BOM!!

Eu não vou ser muito longo na apresentação, pois abaixo de minhas palavras segue uma entrevista que eu fiz com o vocalista, Gabi Edge. Aqui você vai entender a proposta da banda, suas ideias, o que eles esperam dessa turnê e algumas curiosidades. Divirta-se.

Sujeira: Como surgiu a ideia de montar a banda?

Gabi Edge: A banda surgiu há 1 ano mais o menos. Anteriomente nós tocavamos em uma banda que se chamava “Power”, mas o guitarrista foi viver em Vancouver e o baterista quis focar em outros projetos.
Depois disso decidimos continuar tocando, mas com outro nome e novas influências, não muito diferentes. Logo em seguida nosso amigo Eric (Cinder) entrou na bateria. Alguns ensaios e já gravamos a primeira demo e logo um 7EP. Recentemente gravamos uma demo com 4 músicas, que será uma prévia do nosso próximo 7″.

 A banda é bastante jovem, mas temos muita sorte de ter tocado em vários shows em nossa cidade e um pouco pela Espanha. Agora nós temos a grandiosa sorte de poder tocar na América do Sul!!

Sujeira: O hardcore old school é estilo favorito dos straight edge’s de Barcelona?

Gabi Edge: Acho que para alguns sim!! Eu não acho que existe uma cena straight edge grande em Barcelona, somos poucos, mas comprometidos. Eu acho que o youth crew sempre tera um lugar especial dentro do straight edge.

Sujeira: Conte um pouco sobre a cena local de vocês, como é a organização de shows e como cada integrante é ativo na cena.

Gabi Edge: A cena em Barcelona é bem pequena, mas com um bom ambiente. A organização de shows é algo que fazemos entre amigos. Obviamente eu falo de hardcore DIY (claro que existem bandas que estão a médio caminho do mainstream ou pelo menos pretendem estar hahaha)

Joan e Eric tocam no Col·lapse, que soa como todas essas bandas mais melódicas de Washington DC, que eles gostam muito. Miguel toca no Pay The Cost (straight edge hardcore). Eu estou no Appraise, organizando shows, ajudo no que posso e no que me motiva.

Joan ajuda muito desenhando flyers, layouts, etc. Eric é um grande fotografo, fez uma reportagem nos últimos anos sobre a cena hardcore em Barcelona!

Sujeira: Essa é a primeira turnê da banda? Caso seja, por que escolheram a America do Sul?

Gabi Edge: Como eu comentei antes, tocavamos no Power, Varsity Records (selo argentino) lançou uma demo nossa e comentaram de irmos fazer alguns concertos na América do Sul. Quando começamos com o Appraise, essa ideia surgiu de novo.

Eu nós dissemos, por que não? Todos temos bons amigos lá. Cinder foi 2 vezes e sempre nos contaram coisas maravilhosas. Agora chegou a vez de viver tudo isso em primeira pessoal!!!!

appraise bass

Sujeira: O que estão esperando dos shows do Brasil?

Gabi Edge: Bom, somos uma banda nova, não podemos ter nenhuma expectativa!! Mas eu espero passar bons momentos com os amigos, desde os que conhecemos na europa até os que conhecemos no Brasil! Mas acima de tudo, comer muito açai hahah!

Agora é sério, tocar com nossos amigos que conhecemos na Europa! Tenho muita vontade de tocar com Good Intentions e Positive Youth. Eu gostaria muito de tocar com o Personal Choice, mas eu sei que isso não vai acontecer (essa banda é incrível)

Sujeira: Na sua opinião, o que mais te incomoda no hardcore e o que você mais ama no hardcore atual, que não te deixa abandonar esse estilo de vida?

Gabi Edge: Nossa, poderia ficar horas aqui para responder essa pergunta, mas vou resumir. O que mais me incomoda é que tudo é uma competição, uma vontade de ser mais que os outros. Eu acho muito irônico vindo de um movimento que surgiu com ideias opostas a essa.

O que eu mais gosto?  Posso ter um lugar para me expressar, um lugar onde encontro soluções para muitos problemas, lugar onde posso ser criativo. Eu me sinto o cara mais feliz do mundo, ainda mais podendo desfrutar de grandes amizades que fiz durante muitos anos.

appraise banda

Sujeira: Quais foram os discos que mudaram sua vida?

Gabi Edge:  Foram muitos, mas eu vou te dizer 10!

MINOR THREATH – DISCOGRAPHY
YOUTH OF TODAY – WE’RE NOT IN THIS ALONE
CHAIN OF STRENGHT – THE ONE THING THAT STILL HOLDS TRUE
INSTED – WHAT WE BELIEVE
DAG NASTY – CAN I SAY
MAINSTRIKE – NO PASSSING PHASE
CINDER – QUE TE PARTA UN RAYO
AFTERLIFE – ENTER THE DRAGON
CHAMPION –PROMISES KEPT
THE FIRST STEP – WHAT WE KNOW

Sujeira: Como você definiria o hardcore na europa nos dias de hoje, existiu um tempo em que ele era melhor?

Gabi Edge: Bom, não gosto de dizer que algo foi melhor anteriormente, no caso foi diferente, com coisas melhores e piores. Eu posso te dizer que o hardcore na Europa vive um momento de apatia, onde todos esperam um “hype” para reagir a alguma coisa. Já não tem personolidade suficiente.

É algo que me deixa triste, mas é assim. Muitas vezes as pessoas só dão suporte para bandas grandes que vem dos EUA, que sempre vem tocar em um esquema mais dentro da cena metalera ou roqueirra. Muitas pessoas acabam seguindo esse “hype” do momento, acabam não valorizando as bandas locais ou quem é comprometido a fazer algo sincero com o hardcore.

Mas sabemos que existem pessoas autênticas também, elas são a nossa inspiração

Sujeira: Cite as principais influências do Appraise.

Gabi Edge: Embora o nossos gostos sejam diferentes, somos fortemente influenciados por Insted, Life’s Halt e todas as bandas de hardcore clássico que nos marcaram durante tantos anos!

Sujeira: Para finalizar deixe um recado e comente sobre a turnê, fique a vontade!

Gabi Edge: Agora podemos dar aquele obrigado a muitas pessoas que estão nos ajudando com a tour, principalmente ao Franco 78life, Kikster Varsity, os caras do Still X Strong (esse inclui você também Xavero!), Edi, Positive Youth, Kanela de Porto Alegre, Eduardo de Curitiba e todas as pessoas que vamos reencontrar e as que vamos conhecer!!

Viva el Açai!!! Y la Paçoquitas!

Shows no Brasil:
19/01 Rio De Janeiro (MTD IRON SQUAD III)
20/01 Volta Redonda (COM EXPO DO SUJEIRA E CREATOR)
24/01 São Paulo (QUINTA HARDCORE, no Vegacy)
26/01 Piracicaba (Verdurada)
26/01 Sorocaba
27/01 São Paulo (Persistir Fest)
29/01 Curitiba
30/01 Porto Alegre

Entrem na página da banda e fique por dentro de todos os shows que vão rolar, eventos, etc. Caso você não conheça o som dos caras, é simples, só clicar no bandcamp.
APPRAISE

Um pouco sobre o show que estamos organizando:

Segue aqui o cartaz e o evento do show que estamos fazendo em São Paulo na quinta feira. O nome é “Quinta Hardcore”. a ideia é fugir desse lance de festa que já virou rotina dentro do punk, usando um dia de semana (apesar de ser véspera de feriado) para colocar em prática aquilo que a gente mais gosta. O local já é conhecido por frequentadores de shows. Estimulamos a troca de desenhos, fanzines e qualquer publicação independente, o espaço é aberto para todas as pessoas. O evento é organizado de forma totalmente DIY e coletiva. Compareça e faça valer o esforço, espero que esses eventos se tornem um estímulo para que mais pessoas organizem os seus pela cidade!
Evento: http://www.facebook.com/events/152537624895316/
hardcorepunk