Corrosion of Conformity divulga duas faixas do seu próximo disco.

Corrosion of Conformity versão 2011.

Como muitos já sabem, desde 2010 o Corrosion of Conformity está de volta, como um trio, aliás, não é um simples trio, agora a banda conta novamente com a formação que gravou o lendário disco Animosity em 1985, com Mike Dean no vocal.  Ao caminhar dos anos o Corrosion of Conformity  foi se tornando uma banda única. No começo faziam uma mistura de Hardcore com Thrash Metal dando forma a uma das mais furiosas bandas de Crossover da história.

Passaram-se alguns anos, o line-up foi sofreu algumas alterações e o Corrosion of Conformity passou a fazer músicas cada vez mais lentas e riffs cada vez mais arrastados, no disco Deliverace de 1994 com Pepper Keenan (Down) nos vocais já faziam o que muitos chamam de Stoner Rock.

Rótulos e definições musicais a parte, há de se convir que o Corrosion of Conformity apesar de tantas mudanças sonoras nunca pecou em sequer um disco, todos mantiveram qualidade altíssima, tornando  a sua discografia impecável. Desde o ano passado a banda encontra-se em estúdio trabalhando em um novo disco, essa semana foram divulgadas duas faixas desse futuro lançamento ansiosamente aguardado por muitos, as músicas “The Doom” e “Time of Trials” farão parte do disco intitulado com o próprio nome da banda, com lançamento previsto para o dia 28 de fevereiro pela Candlelight Records. Esses dois sons mostraram que a voz de Mike Dean encontra-se melhor do que nunca e que bandas antigas ainda podem produzir boas coisas sem cair em clichês tentando soar como nos velhos tempos.

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Maior Festival DIY acontece domingo em São Paulo, prestando ajuda as pessoas despejadas do Pinheirinho

Final de semana chegando e você se perguntando o que fazer, torcendo para não chover e poder aproveitar o seu tempinho de folga.
Não deixe a chuva te segurar em casa, aproveite o domingo ouvindo o melhor do hardcore nacional no evento mais divertido da cidade.

Domingo dia 29 acontece a Verdurada, na Rua Nestor Pestana, do lado da Rua Augusta e do metrô República e Anhangabaú.
Além das cinco bandas que tocarão no evento, vai rolar uma palestra e um debate sobre a questão Belo Monte. O clássico jantar vegetariano (grátis) no final do evento, venda de material independente e coisas que você só encontra lá.
O show começa cedo e acaba cedo. As 16h as portas se abrem para o público, acabando por volta das 22h fazendo com que todos possam se valer do sistema de transporte público.

NOTA:Nós do coletivo Verdurada estamos ajudando as pessoas despejadas do Pinheirinho e contamos com todos vocês:

Por isso, vamos arrecadar neste domingo roupas, alimentos e produtos de higiene pra levar pra eles.

Essa é a lista de prioridade:

1º – Agasalhos, cobertas, roupas de cama, se possível travesseiros.
2º – Higiene pessoal, prioridade para absorventes, pois a mulheres estão usando panos. fraldas também.
3º – Sabonete, creme dental, escova de dente, shampoo.
4º – Roupas e alimentos por último.

A quem puder ajudar, nosso agradecimento. O pessoal de lá está precisando.
É só deixar sua doação com as pessoas do coletivo que estiverem na porta do evento.

Obrigada a todos que puderem colaborar!

Vale ressaltar que mesmo que você não vá ao evento, mas quiser passar por la e deixar a sua doação, será de grande ajuda.

Para mais informações sobre o evento: Verdurada

BANDAS:

O INIMIGO
O quinteto formado por personalidades de bandas como Discarga, Ratos de Porão, I Shot Cyrus, Againe, RHD e Kangaroos in Tilt volta ao palco onde faz seus melhores shows. A ocasião é especial: O Inimigo lança o segundo álbum, “Imaginário Absoluto” que mantém a influência das bandas oitentistas de Washington D.C., mas com doses extra de melodia e potência sonora.
Ouça aqui.

QUESTIONS
Uma das mais tradicionais bandas da cena hardcore paulistana, o Questions nos traz mais uma vez sua mistura explosiva de influências de hardcore novaiorquino e thrash/crossover clássicos. Desta vez, apresentam o álbum “Life is a Fight”, um dos lançamentos mais mosháveis do ano. Tocando por todo lado, são garantia de um dos shows mais afiados e carismáticos do underground nacional.
Ouça aqui.

LARUSSO
Após algum tempo de pouca atividade, uma das grandes bandas da baixada santista volta ainda mais forte. Com integrantes de gigantes como Live By The Fist e Ralph Macchio, você sabe o que esperar: hardcore puro, bruto e pesado, à moda antiga sem um pingo de colesterol a mais, um verdadeiro Left For Dead praiano.
Ouça aqui

MACHETE
Diretamente de Belém temos a estréia paulistana deste petardo amazônico. Dando o que falar em sua terra natal, o Machete se destaca com um skate punk/hardcore garageiro eletrizante, evocando a década de 80 sem afetações retrô. Sob encomenda para você que curte cores vibrantes, guitarras sujas e emoções fortes.
Ouça aqui.

DEAF KIDS
Abrindo a tarde de domingo temos um dos nomes mais pedidos dos últimos tempos. Pouquíssimas vezes uma banda se destacou tão rapidamente como este projeto de inspiração escandinava e dischargeana formado no polo industrial pré-apocalíptico de Volta Redonda. Tema pela sua vida, mas não perca, quando virarem lenda você vai poder se gabar.
Ouça aqui.

 

ManLiftingBanner solta música nova “FIGHTING IN THE STREETS”

Uma das mais respeitadas bandas do Hardcore Europeu voltou e parece que pra valer. Os Holandeses do ManLiftingBanner anunciaram mundialmente a sua volta semana passada. Os caras disponibilizaram na internet em sua página oficial no Facebook a música “Wall Street War” que já veio com um clip, com imagens de ocupações, greves e manifestações no Wall Street em Nova York. Os anos passaram, mas os caras continuam com a mesma postura, política de esquerda a flor da pele, tocando o hardcore mais furioso e rápido que você possa imaginar.

The Revolution Continues - Capa do LP que tem o lançamento previsto para Fevereiro de 2012.

A música “Fighting in The Streets” que vai estar no lançamento acima junto com “Wall Street War”, é uma homenagem ao primeiro aniversário da revolução Egípcia, “dedicado a centenas de revolucionários homens e mulheres do Egito, Síria, Tunísia e além de outros que nos inspiraram a escrever está canção” diz a banda.

Assista o vídeo de “Fighting In The Streets”:
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O lado mais sujo do Hardcore Americano anuncia shows na América do Sul.

Os mais polêmicos da história do Hardcore mundial. SLAPSHOT anunciou em sua página no Facebook uma turnê pela América do Sul, com direito a passagem pelo Brasil.
Um show imperdível pra qualquer entusiasta do mais fino hardcore old school. Em 2010 tivemos aqui o Youth Of Today, 2011 Gorilla Biscuit, agora chegou a vez do lado sujo do hardcore americano tocar por essas bandas. Diretamente de Boston, saindo um pouco da cena de NY, deixando o clima mais “tenso”.
O Slapshot sempre teve uma fama meio “hater” no meio hardcore/punk, isso traz um público bem mais diversificado do que as outras bandas citadas acima. Com certeza o estilo “Posi-Youth Crew” não vai reinar nesse evento. Estamos aguardando mais informações.

A música “108” é uma de muitas que dão ênfase a essa fama de banda malvada, a letra é uma critica, zuação ou algo para banda 108 e pro vocalista do YOT Ray Cappo. Na real acaba sendo ambiguo, de cara a gente pensa que é pra um e lendo a letra pensa que é pra outro, ambos carregavam uma postura Hare Krishna.
Assista um vídeo da banda.

Retrospectiva 2011 (Internacional)

Post por: Sujeira

Continuando a controversa lista referente ao ano de 2011, agora o Sujeira vai falar de tudo que fez barulho fora do Brasil. Como dito na lista anterior, nós do Sujeira somos hardcoreanos assumidos, portanto a lista não sai muito desse circuito, apesar disso tentamos mesclar ao máximo subgêneros e vertentes do mesmo, tentamos na verdade até fugir um pouco, mas não obtivemos sucesso. Quase tudo que achamos importante em 2011 está aqui, mas como em toda lista sempre vai faltar muita coisa. Continuamos aceitando sugestões e gostariamos de dizer que essa lista está aberta, podendo ser alterada (apenas com acréscimos) a qualquer momento. Por favor, não forcem a barra.

Trash Talk, banda de Sacramento California, já tem um bom tempo de estrada, ano passado eles lançaram o EP Awake que fez um tremendo barulho lá fora. O som é  pesado, rápido e  com gravação acima da média. Os caras tiveram uma grande repercussão devido aos vídeos que lançaram do disco, produções de alto nível, algo fora de cogitação pra quem mora no 3º mundo. Isso alavancou o nome da banda, levando os caras a tocar em eventos de skate, o que foi muito positivo, pois o Hardcore mais sujo tinha sido esquecido dentro desse circuito. Além de terem tocado por diversos lugares, no ano passado fizeram participação especial no show do grupo de Rap Odd Future, o que bombou mais ainda o nome dos caras, fazendo com que hipsters e gente de todo o canto pelo menos saibam da sua existência. Sem mudar um pingo no som o Trash Talk continua raivoso, rápido e pesado. A postura da banda sempre foi mais despojada e nunca se prenderam a rótulos e posturas ideológicas, como é difícil desse tipo de banda tocar aqui, vale a pena garimpar o youtube e ver a brutalidade que é show dos caras.

Ouça aqui.

Neo Cons, uma banda pouco comentada em território brasileiro, na verdade nada comentada. Apresentada pelo nosso amigo Pedro Carvalho, grande conhecedor das obscuridades hardcoreanas que rolam ao redor do mundo. Os caras lançaram um EP devastador, intitulado de “Hardcore Elite” o disco é uma brutalidade sem tamanho.  Pegam tudo de bom que existiu no punk dos anos 80 e com o Hardcore americano, desde Poison Idea ao Negative Approach. A formação conta com membros do “86 Mentality” (que já é um bom sinal). O disco não é muito rápido e nem muito lento, está na medida certa pra esgarçar o colarinho e se acabar no pogo. Vale destacar a música “Kill The Police” que caí muito bem para os acontecimentos recentes em nosso país.

Ouça aqui.

Vale citar os caras do Warsong. Acho que pouca gente já ouviu falar deles por aqui. Diretamente da Espanha, os caras Lançaram o LP chamado “Ancient Times” que é uma mistura de punk rock inglês antigo com uma pitada de rock garage de prima. O disco é muito bem comentado em blogs especializados no estilo. Eu conheci a banda por acaso, procurando bandas de fora do circuito norte americano. A banda me lembra nomes como  The Hellacopters, mas com um pulso mais punk rock. Apesar dos solos de guitarra, eles não deixam a virtuosidade sobressair em meio aos riffs sujos, porém com uma gravação limpa, pode soar meio contraditório, mas ao escutar entende-se perfeitamente. No mais eu acho que é uma banda que pode agradar tanto rockeiros amantes de heineken, punk rocker’s e hardcoreanos sem preconceitos que curtem um Turbonegro. Em 2011 os caras apavoraram com esse LP, que poderia ser facilmente abraçado por alguma gravadora grande, mas pelo que leio, os caras gostam de deixar claro que tocam Punk/Hardcore.

Ouça aqui.

Vale ressaltar novamente os americanos do No Tolerance.  Uma das bandas que mais surpreendeu entusiastas youth crew ao redor do mundo nos últimos tempos. Um som coeso, nada inovador, porém carregado de raiva e pulso firme. O EP novo que saiu pelo selo Young Blood “No Remorse, No Tolerance” faz o sangue pulsar mais rápido, vontade absurda de sair correndo sem rumo, tornando quase impossível escutar os sons e se manter parado. A banda conta com um vocalista acima da média para o estilo, totalmente influenciado pela velha escola do Hardcore americano, colocando em um pedestal nomes como SSD, SLAPSHOT e Negative Approach. Na contra mão da maior parte das bandas straight edge’s de hoje, não vai encontrar partes mosh, oitavado e pinta de malvado, apenas raiva misturada com Hardcore.

Ouça aqui.

OFF! Apavorou em 2011. Claro que as coisas foram mais fáceis pros caras, mas não tiro o mérito da banda, que é absurdamente boa. É óbvio que com Keith Morris no vocal é difícil sair algo ruim. Lançando o EP “Live At Generation Records” que é uma burtalidade, pela VICE, o OFF! dá uma aula de como se tocar Hardcore Punk. Os caras vêm sendo bem aclamado por gente de todos os cantos, isso pode-se valer da colaboração da revista Vice. A banda se tornou “hype” em pouco tempo, fazendo muito noiaba virar punk. O apoio da revista ajudou a levar o nome dos caras às pessoas que jamais frequentariam um porão que toque punk rock. Pra quem não conhece a banda eu posso dizer que é o mais fino Hardcore americano, “influenciado por sí próprio”, já que o vocalista é um dos precursores do estilo. OFF! Atingiu o ápice de sua popularidade em 2011 por se tratar de uma banda de Punk Rock não muito convencional, fazendo com que Punks, hipsters e fãs de Red Hot Chili Peppers saiam por ai com seu logo estampado em bonés e camisetas. Pra finalizar eu posso dizer: é uma banda acima da média independente dos seus antecedentes e feitos dos seus integrantes.

Ouça aqui.

RVIVR, esse quarteto norte americano que tem com um de seus vocalistas o ex Latterman Matt Canino, se enquadra perfeitamente ao termo Pop Punk. Fora as músicas sem distorção e cheias de melodia no melhor estilo Hardcore Melódico feito por adultos. A banda vem se mantendo ativa ano após ano, sempre em turnês, inclusive tocaram no Occupy LA em novembro de 2011, além de lançar material novo constantemente e manter um blog com informações atualizadas sobre as atividades da banda. Agora em 2012 o RVIVR já tem 8 shows marcados no Brasil durante o mês de Abril, uma ótima oportunidade para os apreciadores do Hardcore Melódico cansados de bandas Teenagers e genéricas do gênero curtirem um bom show.

Ouça aqui.


Wormrot, o trio mais barulhento de Singapura, teve grande projeção no underground metaleiro mundial no ano passado. Lançados pela mítica Earache Records, tocando o mais imundo e devastador Grindcore altamente influenciado por bandas como Phobia e Pig Destroyer, o nome Wormrot certamente já é referência quando se trata de Grindcore atual. No ano que passou a banda tocou em várias partes do mundo, dentre elas Estados Unidos e Malásia. Inclusive foram presos em Kuala Lumpur, capital federal da Malásia, onde foram levados pela Agama Islam Jabatan Selangor (Departamento da Religião Islâmica Selangor) sob a acusação de ousadia por se misturarem com mulheres solteiras. Depois da algumas perguntas, sermões e quase pagar uma fiança de um valor equivalente a 950 e ciquenta dólares por pessoa, a banda foi liberada levando apenas uma advertência.

Ouça aqui.


ACXDC voltou chocando tudo em 2011. A banda teve um hiato de quatro anos, após sua última reunião, tinham encerrado as atividades na verdade em 2005. Pelo que eu percebi essa volta não foi algo definitivo, a banda voltou em condolência ao guitarrista, que está com a filha enferma e precisa de ajuda para o tratamento da mesma. Os caras acabaram lançando um EP “The Second Coming” absurdamente monstruoso. Sem fugir da temática de destruição ao cristianismo e alguns chavões do powerviolence, o disco é uma britadeira para ouvidos sensíveis. Deram uma metalizada, porém nada que mudasse a cara do som, o timbre e os riffs de guitarra um pouco mais pesados dando ênfase em palhetadas. Há tempos bandas do estilo não chamavam atenção dessa forma. Posso dizer que os caras lançaram uma obra prima da anti-música, precisão, brutalidade e uma postura Hardcore nos shows na medida certa.

Ouça aqui

Trap Them, banda norte americana que combina Hardcore com Metal de forma ímpar de destruidora. Em 2011 lançou o disco Darker Handcraft, que na minha concepção foi um dos melhores discos de Hardcore/Metal do ano, para que fosse possível a construção de tal obra prima do Hardcore obscuro e negativo, além de todo talento do guitarrista Brian Izzi (December Wolves). O Darkert Handcraft contou com a produção de Kurt Ballou (Converge) e arte de Justin Bartlett (conhecido com Vberkvlt). Após muitos shows nos EUA, inclusive com grandes nomes tanto do Metal quanto do Hardcore, dentre eles Pentagram, Inquisition e Converge, também espalharam o caos pela Europa. Uma banda que se manteve ativa durante todo o ano de 2011 e ainda conseguiu a proeza de lançar um disco impecável no mesmo ano não poderia deixar de estar em destaque, apesar de não receber a devida atenção em terras brasileiras.

Ouça aqui.

Backtrack, oriunda do estado de Nova York, lançou o disco “Darker Half” 2011. Lançamento que deu um up ao nome da cena de NY que a alguns anos vinha sido sustentada pela velha escola decadente do NYHC. Os caras adicionaram influência de toda a escola do hardcore americano, claro que mais focado nas bandas de NY, que vão de Judge, Madball, Breakdown até nomes não muito comentados como Side By Side. Com uma gravação pesada e alta os caras fizeram jus ao pulso firme e a fama de seus contemporâneos. Tudo bem, é genérico e sem muita inovação, mas furioso do começo ao fim. 2011 o disco rendeu bons frutos, turnês intermináveis pelos EUA e frutos que vão ser colhidos em 2012 como a turnê pelo Japão anunciada recentemente.

Ouça aqui.

Nota: Gostariamos de agradecer ao nosso brother e consultor Pedro Carvalho pelas dicas e apoio. Em breve postaremos a lista dos melhores de 2011 segundo ele.

TERROR lança novo clipe que pode servir de remédio para os fãs debilóides

 

Terror lançou clip da música “New Blood” que está no álbum “Keepers Of The Faith”. Apesar da banda não ser algo tão representativo hardcoreanamente falando nos dias de hoje, as vezes é bom dar o braço a torcer. Somos pessoas justas (nem tanto vai), não podemos passar batido diante desse vídeo.

Se você é um amante do Hardcore e sabe separar o joio do trigo eu recomendo assistir até o final. Infelizmente o Terror se transformou em uma banda que criou uma legião de fãs retardados sem nada na cabeça, isso por bem ou por mal acaba afastando os bem intencionados que se preocupam com som e sabem de onde aquilo veio. Não vamos fazer um julgamento de integrantes da banda, eu não sou amigo deles e não sei a real postura dos caras, porém percebo que às muitas vezes rola uma certa ambiguidade ou burrice dos caras que gostam desse tipo de som, que é o motivo dos fenômenos citados acima.
O que posso dizer é que o que a banda lançou de ruim acabou se tornando irrelevante em meio aos outros álbuns legais. Aconselho a todo apreciador de hardcore ler mais as letras das musicas, posso dizer que os caras têm letras legais e que realmente enaltecem o espirito hardcore, mas tem algo a dizer sim. Alguns não se identificam com esse tipo de postura e eu acho totalmente saudável, se não existir uma variedade a coisa se torna sem graça, é por isso que amo hardcore, pelo conflito. O vídeo faz referência a todas as bandas que marcaram a história do estilo em diversas épocas, destaco a foto clássica do Tomy “Ahead” Carrol com X na mão. É, infelizmente uma estética feia consegue estragar uma coisa que poderia, veja bem, poderia ser legal, felizmente os caras acertaram nessa. Já dizia o poeta falido do underground “Quem não tem história não tem nada”. Moral da história: o clipe pode ser um despertador pra você mosheiro pós new metal e pra você que acha que o “Kill Or Be Killed” do Biohazard é uma obra prima do “HC”.