Entrevista com a banda Espanhola APPRAISE

Estamos de volta depois de um longo tempo de férias e muitos dias sem aparecer. Eu sei que palavras parecidas já foram ditas, mas prometemos manter esse espaço mais atualizado.

O ano de 2013 com certeza está começando bem para os brasileiros que apreciam a cultura alternativa. É janeiro e já temos três turnês de bandas estrangeiras marcadas aqui (Appraise, Los Crudos e Cruel Hand), isso que estou focando apenas no cenário hardcore.

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Para começar bem o ano quem desembarca no Brasil é o Appraise, quarteto pouco conhecido por aqui, mas não os seus membros. A banda é o novo projeto de alguns integrantes do mítico CINDER. O som não foge muito do estilo do antigo projeto, seguindo a linha “old school” de clássicos do youth crew, mas com a simplicidade e energia do hardcore americano do começo dos anos 80. Tive o prazer de ver o show dos caras em Barcelona em 2012 e posso dizer uma coisa: É MUITO BOM!!

Eu não vou ser muito longo na apresentação, pois abaixo de minhas palavras segue uma entrevista que eu fiz com o vocalista, Gabi Edge. Aqui você vai entender a proposta da banda, suas ideias, o que eles esperam dessa turnê e algumas curiosidades. Divirta-se.

Sujeira: Como surgiu a ideia de montar a banda?

Gabi Edge: A banda surgiu há 1 ano mais o menos. Anteriomente nós tocavamos em uma banda que se chamava “Power”, mas o guitarrista foi viver em Vancouver e o baterista quis focar em outros projetos.
Depois disso decidimos continuar tocando, mas com outro nome e novas influências, não muito diferentes. Logo em seguida nosso amigo Eric (Cinder) entrou na bateria. Alguns ensaios e já gravamos a primeira demo e logo um 7EP. Recentemente gravamos uma demo com 4 músicas, que será uma prévia do nosso próximo 7″.

 A banda é bastante jovem, mas temos muita sorte de ter tocado em vários shows em nossa cidade e um pouco pela Espanha. Agora nós temos a grandiosa sorte de poder tocar na América do Sul!!

Sujeira: O hardcore old school é estilo favorito dos straight edge’s de Barcelona?

Gabi Edge: Acho que para alguns sim!! Eu não acho que existe uma cena straight edge grande em Barcelona, somos poucos, mas comprometidos. Eu acho que o youth crew sempre tera um lugar especial dentro do straight edge.

Sujeira: Conte um pouco sobre a cena local de vocês, como é a organização de shows e como cada integrante é ativo na cena.

Gabi Edge: A cena em Barcelona é bem pequena, mas com um bom ambiente. A organização de shows é algo que fazemos entre amigos. Obviamente eu falo de hardcore DIY (claro que existem bandas que estão a médio caminho do mainstream ou pelo menos pretendem estar hahaha)

Joan e Eric tocam no Col·lapse, que soa como todas essas bandas mais melódicas de Washington DC, que eles gostam muito. Miguel toca no Pay The Cost (straight edge hardcore). Eu estou no Appraise, organizando shows, ajudo no que posso e no que me motiva.

Joan ajuda muito desenhando flyers, layouts, etc. Eric é um grande fotografo, fez uma reportagem nos últimos anos sobre a cena hardcore em Barcelona!

Sujeira: Essa é a primeira turnê da banda? Caso seja, por que escolheram a America do Sul?

Gabi Edge: Como eu comentei antes, tocavamos no Power, Varsity Records (selo argentino) lançou uma demo nossa e comentaram de irmos fazer alguns concertos na América do Sul. Quando começamos com o Appraise, essa ideia surgiu de novo.

Eu nós dissemos, por que não? Todos temos bons amigos lá. Cinder foi 2 vezes e sempre nos contaram coisas maravilhosas. Agora chegou a vez de viver tudo isso em primeira pessoal!!!!

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Sujeira: O que estão esperando dos shows do Brasil?

Gabi Edge: Bom, somos uma banda nova, não podemos ter nenhuma expectativa!! Mas eu espero passar bons momentos com os amigos, desde os que conhecemos na europa até os que conhecemos no Brasil! Mas acima de tudo, comer muito açai hahah!

Agora é sério, tocar com nossos amigos que conhecemos na Europa! Tenho muita vontade de tocar com Good Intentions e Positive Youth. Eu gostaria muito de tocar com o Personal Choice, mas eu sei que isso não vai acontecer (essa banda é incrível)

Sujeira: Na sua opinião, o que mais te incomoda no hardcore e o que você mais ama no hardcore atual, que não te deixa abandonar esse estilo de vida?

Gabi Edge: Nossa, poderia ficar horas aqui para responder essa pergunta, mas vou resumir. O que mais me incomoda é que tudo é uma competição, uma vontade de ser mais que os outros. Eu acho muito irônico vindo de um movimento que surgiu com ideias opostas a essa.

O que eu mais gosto?  Posso ter um lugar para me expressar, um lugar onde encontro soluções para muitos problemas, lugar onde posso ser criativo. Eu me sinto o cara mais feliz do mundo, ainda mais podendo desfrutar de grandes amizades que fiz durante muitos anos.

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Sujeira: Quais foram os discos que mudaram sua vida?

Gabi Edge:  Foram muitos, mas eu vou te dizer 10!

MINOR THREATH – DISCOGRAPHY
YOUTH OF TODAY – WE’RE NOT IN THIS ALONE
CHAIN OF STRENGHT – THE ONE THING THAT STILL HOLDS TRUE
INSTED – WHAT WE BELIEVE
DAG NASTY – CAN I SAY
MAINSTRIKE – NO PASSSING PHASE
CINDER – QUE TE PARTA UN RAYO
AFTERLIFE – ENTER THE DRAGON
CHAMPION –PROMISES KEPT
THE FIRST STEP – WHAT WE KNOW

Sujeira: Como você definiria o hardcore na europa nos dias de hoje, existiu um tempo em que ele era melhor?

Gabi Edge: Bom, não gosto de dizer que algo foi melhor anteriormente, no caso foi diferente, com coisas melhores e piores. Eu posso te dizer que o hardcore na Europa vive um momento de apatia, onde todos esperam um “hype” para reagir a alguma coisa. Já não tem personolidade suficiente.

É algo que me deixa triste, mas é assim. Muitas vezes as pessoas só dão suporte para bandas grandes que vem dos EUA, que sempre vem tocar em um esquema mais dentro da cena metalera ou roqueirra. Muitas pessoas acabam seguindo esse “hype” do momento, acabam não valorizando as bandas locais ou quem é comprometido a fazer algo sincero com o hardcore.

Mas sabemos que existem pessoas autênticas também, elas são a nossa inspiração

Sujeira: Cite as principais influências do Appraise.

Gabi Edge: Embora o nossos gostos sejam diferentes, somos fortemente influenciados por Insted, Life’s Halt e todas as bandas de hardcore clássico que nos marcaram durante tantos anos!

Sujeira: Para finalizar deixe um recado e comente sobre a turnê, fique a vontade!

Gabi Edge: Agora podemos dar aquele obrigado a muitas pessoas que estão nos ajudando com a tour, principalmente ao Franco 78life, Kikster Varsity, os caras do Still X Strong (esse inclui você também Xavero!), Edi, Positive Youth, Kanela de Porto Alegre, Eduardo de Curitiba e todas as pessoas que vamos reencontrar e as que vamos conhecer!!

Viva el Açai!!! Y la Paçoquitas!

Shows no Brasil:
19/01 Rio De Janeiro (MTD IRON SQUAD III)
20/01 Volta Redonda (COM EXPO DO SUJEIRA E CREATOR)
24/01 São Paulo (QUINTA HARDCORE, no Vegacy)
26/01 Piracicaba (Verdurada)
26/01 Sorocaba
27/01 São Paulo (Persistir Fest)
29/01 Curitiba
30/01 Porto Alegre

Entrem na página da banda e fique por dentro de todos os shows que vão rolar, eventos, etc. Caso você não conheça o som dos caras, é simples, só clicar no bandcamp.
APPRAISE

Um pouco sobre o show que estamos organizando:

Segue aqui o cartaz e o evento do show que estamos fazendo em São Paulo na quinta feira. O nome é “Quinta Hardcore”. a ideia é fugir desse lance de festa que já virou rotina dentro do punk, usando um dia de semana (apesar de ser véspera de feriado) para colocar em prática aquilo que a gente mais gosta. O local já é conhecido por frequentadores de shows. Estimulamos a troca de desenhos, fanzines e qualquer publicação independente, o espaço é aberto para todas as pessoas. O evento é organizado de forma totalmente DIY e coletiva. Compareça e faça valer o esforço, espero que esses eventos se tornem um estímulo para que mais pessoas organizem os seus pela cidade!
Evento: http://www.facebook.com/events/152537624895316/
hardcorepunk

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Coletivo Verdurada apresenta: Matinê na Matilha

Verdurada de 08/04/12. Foto por: www.ihateflash.net

Apesar dos reveses que a vida impõe, há aquelas pessoas que negam o comodismo, e conseguem ser altamente prolíficas no que se dispõem a fazer. Certamente os integrantes do coletivo Verdurada fazem parte deste grupo. As palavras tecidas acima podem parecer exageradas ou demagogas, mas provaremos o contrário com fatos.

Pois bem, desde que a verdurada/festival hardcore tiveram que deixar o famigerado “galpão do jabaquara”, o coletivo vem se empenhando na busca de um novo espaço compatível com evento, tarefa árdua, principalmente por se tratar de um evento 100% DIY. Ao que tudo indica o Ego Club, local onde o evento vinha sendo realizado em suas últimas edições, também não receberá mais shows como a Verdurada, então o evento precisa migrar mais uma vez. A boa notícia é que este problema foi temporariamente resolvido, e no dia 14 de outubro acontecerá, na Matilha Cultural, a Matinê na Matilha, organizada pelo coletivo verdurada.

A Matilha Cultural, como o próprio nome sugere, é um centro cultural independente, sem fins lucrativos. Além disso o espaço não só tem forte vínculo com o vegetarianismo, como também promove informações sobre como adotar animais domésticos, fazendo-o um ambiente mais que propício para este show. Quanto as instalações, a Matilha não deixa a desejar, além de possuir um bom espaço para a apresentação das bandas, também possui outros abientes, que possibilitam aquela conversa entre uma banda e outra, sem a necessidade de deixar o local do show.

Fachada da Matilha Cultural

A localidade não é a única novidade nessa primeira Matinê na Matilha, o molde do show é um pouco diferente dos já conhecidos Verdurada a Festival Hardcore, em vez de 5, tocarão 4 bandas e não haverá palestra. O que não significa perda de força, tampouco que os outros eventos realizados pelo coletivo não voltarão a acontecer. Sem muito mais à acrescentar, vamos ao que interessa no momento, o cast que fará a composição da matinê:

Still X Strong: Recém chegada do velho mundo, a reserva moral do Vegan Straight Edge pensante, faz seu primeiro show no Brasil, desde a tour. Além disso a banda estará lançando o seu já virtualmente aclamado EP “Girl”, em sua última apresentação deste ano. (http://stillxstrong.bandcamp.com)

Renegades of Punk: O termo “power trio” nunca foi tão cabível. Renegades of Punk é uma banda de Punk Rock que com poucos acordes e guitarras pouco distorcidas, trará ao sudeste a energia só a região nordeste do Brasil tem. (http://therenegadesofpunk.bandcamp.com)

Urutu: Também lançando EP, a nova onda do heavy metal brasileiro, vai à matinê mostrar como se misturar metal e punk, de modo nada óbvio, sem necessidade alguma de recorrer ao monstro enfadonho chamado clichê.(http://urutu.bandcamp.com)

Slaver: Diretamente da capital nacional do Thrash, Brasília, o Slaver vem a São Paulo mostrar toda a fúria do metal brasiliense com riffs cortantes e muito singing along, no melhor estilo Bay Area 80’s. Circle Pit garantido.(http://www.myspace.com/slaverthrash)

Onde: Rua Rego Freitas, 542, Centro – Próximo ao metrô república.
Quando: Domingo dia 14/10
Quanto: R$10
Horário: 17h

Agora que você já sabe tudo deste evento mais que promissor, é só aguardar e comparecer. Sem desculpas.

Música nova do Noala esmaga crânios via Bandcamp

Setembro definitivamente está sendo um mês agraciado, quando se se trata de lançamentos/prévias. Desta vez quem deu o ar de sua (des)graça foi o Noala, que resolveu liberar via bandcamp, uma faixa que fará parte do seu próximo álbum. A música chamada “Stuck in a Gastric Tube” que conta com a participaçao de Cauê Nascimento (O Cúmplice). Com guitarras saturadas, que formam um muro de concreto sonoro,vocais desesperados e desesperadores, o Noala cria uma atmosfera completamente negativa e sufocante, sintetizando magistralmente o poderio de fogo industrial pós-armagedônico ostentado pela banda nas performaces ao vivo. Sabendo ou não do que estamos falando, a dica é: não vacile e vá agora ao bandcamp www.noala.bandcamp.com da banda conferir o som liberado pelo Godflesh tupiniquim.

Veteranos d’O Cúmplice disponibilizam novo EP para audição online.

Arte do novo EP por Ivo Muniz

Acredito que para muitos admiradores do lado negro do Hardcore, assim como nós do Sujeira, uma das (senão a) surpresas mais agradável deste último dia de agosto de 2012, foi a disponibilização de três sons novos d’O Cúmplice. A banda que conta com veteranos da Hardcore/Punk, os quais já passaram por grupos como L’Enfer, Constrito e Cabeça de Gato.
As músicas “Cronos”, “Nosso tempo é o agora” e “Mnemosis” estarão no 7″, que tem seu lançamento previsto ainda para este semestre. Gravado no Estúdio Fábrica de Sonhos por Bernardo Pacheco (Elma), masterizado por William Blackmon mixadas no Estudio Improvisos por Kexo So Vile (Infamous Glory), o disco musicalmente manteve a mesma fórmula usada no split com o Te Voy a Quebrar, que consiste basicamente em Crust mais Integrity e uma pitada de Death Metal. Misturando em doses meticulosamente corretas a xucrice “D-beatiana” com a rispidez metalica lenta, ambos sempre regados a ótimos riffs. A capa feita por Ivo Muniz, fecha o disco sintetizando muito bem toda a malevolência do seu conteúdo.
Sem mais delongas, caso ainda haja dúvidas quanto à cabulosidade da banda e deste EP, vá imediatamente ao http://www.ocumplice.bandcamp.com , e como nós, aguarde ansiosamente o lançamento.

TEST faz campanha para pagar o novo álbum

Abrindo para o D.R.I. @ Foto por: ???

O Sujeira está um pouco sumido, mas é devido a nossa vida na cidade grande, que é bem cruel. A ideia é voltar com força total, falando besteiras, falando mal e bem das coisas que a gente gosta. Fique de olho no blog essa semana, iremos postar algumas curiosidades. Agora vamos ao que interessa.

Hoje a dupla paulista de DeathMetal/Grindcore acaba de divulgar um vídeo bem interessante sobre o seu novo material “Árabe Macabre” o qual eu ainda não escutei, mas não tenho dúvidas que lá vem coisa boa. Então sem perder o fio da meada, o vídeo é sobre uma ajuda que os caras estão pedindo para pagar os custos do disco novo, que acabou saindo por volta de 50 reais.

O vídeo que eles fizeram é explicativo, colocando todos a par de qual é o intuito de angariar essa verba, deixando claro qual é a posição da banda. O fato é, existe muita gente “esperta” por ai que faz esse tipo campanha absurda alegando precisar do dinheiro pra poder produzir um material de qualidade, mas o Test mostra que no underground tudo é possível, basta correr atrás e se mexer.

Assista e compartilhe com os amigos que sonham em ser rockstars

Só um detalhe, logo mais vai ter o link do disco para download, assim que a banda alcançar a meta de 50 REAIS!

Acesse o site www.catarse.me e fique por dentro de tudo.

Urutu: a nova onda do heavy metal brasileiro.

Em meio ao caos e inferno chamado São Paulo, emerge o mais novo representante do Heavy Metal feito por Punks da cidade, o Urutu. Banda que conta com membros do D.E.R. Naifa, Braindeath e L’enfer, mistura Heavy Metal e Punk, sem muitas invenções, porém longe do óbvio. Vale destacar o fato de todas as músicas divulgadas possuirem ótimas letras, todas em português e impressionantemente cumprem a façanha de não soar brega, tarefa dificílima. Os apreciadores de NWOBHM, principalmente das bandas mais sujas como Warfare, com certeza sentirão a descarga de energia disparada por esta banda logo nos primeiros acordes e banguerão loucamente durante os três sons. Se você curte um Heavy Metal com riffs poderosos, mas que dispensam qualquer tipo de virtuosismo musical, não perca tempo, vá até o bandcamp, ouça o Urutu e apoie o verdadeiro metal nacional.

OUÇA AQUI

PAURA lança documentário sobre a última turnê europeia

Paura 2012 @ Foto por: Wander Willian

Paura 2012 @ Foto por: Wander Willian

Essa semana o Paura disponibilizou na internet o documentário que filmaram em sua última turnê europeia. Intitulado de “Paura do 3º Mundo”. O idealizador do projeto Juliano Peleteiro é amigo da banda, acompanha o trabalho dos caras de longa data. Nessa empreitada o cara tomou a frente de tudo que se refere a produção, desde a captação, direção, edição e finalização do material.
O vídeo mostra todo o processo de uma turnê de bandas de hardcore. Às vezes as pessoas acham que viajar pra europa para tocar são só mil maravilhas. O documentário vai desmistificar isso, mostrando os problemas enfrentados lá na terrinha, receptividade que os brasileiros têm e bate papo com os promotores. A ideia é bem interessante, pois abre a cabeça pra quem pensa em um dia se aventurar por aquelas bandas, mostra que com comprometimento e um pouco de profissionalismo tudo é possível. O material é bem editado, simples em questão de recursos, mas nada que comprometesse a sua qualidade, além de tudo é explicativo.

Se você é leigo sobre a banda, aqui no Sujeira você encontra uma entrevista bem legal que eu fiz com os caras.

Assista o documentário aqui

Uma observação. Apesar dos EUA estarem tomando a cena mundial, vendo esse vídeo percebe-se que nós estamos em um mesmo nível comparado a bandas estrangeiras, no quesito competência em fazer música poderosa, porém o RG não constando América do Norte (usa) as coisas continuam mais complicadas. O hardcore é isso, nunca desistir, uma banda com 16 anos de estrada tocando som pesado, em um país de terceiro mundo, que nunca reconheceu esse tipo de som, só pode ser por vontade e amor mesmo. O fato é que ninguém é obrigado apreciar, mas aprenda a separar o medíocre daquilo que você não gosta, existe uma linha bem extensa entre esses dois.

Contato do Juliano: julianopeleteiro@gmail.com