Exposição de Martin “Crudo” chega à São Paulo

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Na próxima semana será aberta a exposição de umas das figuras mais prolíficas do Hardcore/Punk Mundial, Martin “Crudo”.

Martin Sorrondeguy nasceu no Uruguai no final da década de 60, ainda novo, mudou-se para Chicago (EUA) com os pais. Começou a se envolver com a cena Hardcore/Punk no início dos anos 80, por meio de bandas e zines. Paralelo a sua paixão pela música, também veio o interesse por fotografia, indo a concertos, começou a praticar essa forma de expressão fotografando bandas de amigos e alguns grupos se encontravam em turnê naquela época.

Nos anos 90 o músico foi fundador da banda Los Crudos, referência quando o assunto é hardcore e cultura “faça você mesmo”. Além dos Crudos, que foi seu projeto musical mais conhecido, Martin também foi vocalista do Limp Wrist, grupo fundador do estilo musical intitulado “QueerCore”, explora a temática GLS, com letras pró-gay e anti preconceito.
crudos

Muito popular no meio alternativo, Martin conquistou um enorme respeito dentro da cena Hardcore. Tornou-se professor de fotografia, mas abandonou a profissão para se dedicar a fotografia como arte. Fazendo exposições de seu trabalho ao redor do mundo, valeu-se de grande experiência com viagens e turnês feitas com baixo custo, para viabilizar estas experiências.
Atualmente escreve e fotografa para a Maximum Rock N Roll, a revista/zine punk mais antigo em circulação.

Recentemente Martin lançou um livro de fotos chamado Get Shot, que conta com fotos tiradas durante 27 anos de turnê. O impresso tem capa dura, 250 páginas e foi lançado selo “Make a Mess”. As imagens representam a cena underground do mundo inteiro, dando ênfase, porém, a cena Punk e suas vertentes. Os registros contém nomes de peso como Fugazi, Operation Ivy, Dropedead, dentre outros. O trabalho é descrito como “um olhar vindo de dentro”, e leva qualquer leigo a conhecer a arte obscura que existe na cultura alternativa.

martin livro

A exposição contará com fotos que fazem parte do livro, além de algumas novidades. Imagens registradas no Brasil, EUA, Canada, Austrália, Japão, Peru e Argentina têm como objetivo mostrar a pluralidade dessas cenas locais. A exposição já passou por todos os países citados, com exceção do Peru, e agora chegou à vez do Brasil. O trabalho será exposto no espaço Matilha Cultural no centro de São Paulo e a abertura ficará por conta de bandas ligadas a contra cultura e a cena punk nacional.

No dia 9 de abril é aberta a exposição e haverá show com as bandas:

Likso, um projeto em formato de trio, que toca o hardcore no estilo mais cru e barulhento.

A outra apresentação fica por conta do Rakta, quarteto de feminino, que mescla muita psicodelia, experimentalismo e pós-punk.

No dia seguinte, 10 de abril, haverá a apresentação do filme Beyond The Screams: A U.S. Latino Hardcore Punk Documentary, um documentário que mostra a cena hardcore latino americana dentro dos Estados Unidos. Na sequência, será iniciado um bate papo com Martin – idealizador da produção – onde o espaço será aberto para perguntas e troca de ideias.

Quando: de 9 a 12 de abril.

Onde: Matilha Cultural – R. Rêgo Freitas, 542 – Republica, SP

Quanto: Grátis.

*Este projeto é feito de forma totalmente independente, sem apoio de qualquer marca ou empresa. É uma parceria entre a Matilha Cultura e a cena hardcore/punk.

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Likso traz o ódio de volta ao Hardcore.

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Fotos: Mateus Mondini

Como é sabido por grande parte da comunidade hardcoreana do Brasil, 2013 é um ano promissor. Só neste primeiro mês já foram anunciados pelo menos umas 4 tours de bandas estrangeiras por aqui. Seguindo toda essa onda de prolificidade pós fim do mundo, surge mais uma banda em São Paulo, o Likso. A parada é bem simples, Hardcore/Punk imundo e raivoso, direto, sem proxilidade. Os vocais cheios de eco dão um ar sinistro a mistura de Negative Approach com Crust feita pela banda. As letras soam como versões minimalistas do Neurosis no Souls At Zero. A demo do Likso está disponível tanto para streaming, quanto para download no likso.bandcamp.com ouça agora e morra de tanto pogar.

Coletivo Verdurada apresenta: Matinê na Matilha

Verdurada de 08/04/12. Foto por: www.ihateflash.net

Apesar dos reveses que a vida impõe, há aquelas pessoas que negam o comodismo, e conseguem ser altamente prolíficas no que se dispõem a fazer. Certamente os integrantes do coletivo Verdurada fazem parte deste grupo. As palavras tecidas acima podem parecer exageradas ou demagogas, mas provaremos o contrário com fatos.

Pois bem, desde que a verdurada/festival hardcore tiveram que deixar o famigerado “galpão do jabaquara”, o coletivo vem se empenhando na busca de um novo espaço compatível com evento, tarefa árdua, principalmente por se tratar de um evento 100% DIY. Ao que tudo indica o Ego Club, local onde o evento vinha sendo realizado em suas últimas edições, também não receberá mais shows como a Verdurada, então o evento precisa migrar mais uma vez. A boa notícia é que este problema foi temporariamente resolvido, e no dia 14 de outubro acontecerá, na Matilha Cultural, a Matinê na Matilha, organizada pelo coletivo verdurada.

A Matilha Cultural, como o próprio nome sugere, é um centro cultural independente, sem fins lucrativos. Além disso o espaço não só tem forte vínculo com o vegetarianismo, como também promove informações sobre como adotar animais domésticos, fazendo-o um ambiente mais que propício para este show. Quanto as instalações, a Matilha não deixa a desejar, além de possuir um bom espaço para a apresentação das bandas, também possui outros abientes, que possibilitam aquela conversa entre uma banda e outra, sem a necessidade de deixar o local do show.

Fachada da Matilha Cultural

A localidade não é a única novidade nessa primeira Matinê na Matilha, o molde do show é um pouco diferente dos já conhecidos Verdurada a Festival Hardcore, em vez de 5, tocarão 4 bandas e não haverá palestra. O que não significa perda de força, tampouco que os outros eventos realizados pelo coletivo não voltarão a acontecer. Sem muito mais à acrescentar, vamos ao que interessa no momento, o cast que fará a composição da matinê:

Still X Strong: Recém chegada do velho mundo, a reserva moral do Vegan Straight Edge pensante, faz seu primeiro show no Brasil, desde a tour. Além disso a banda estará lançando o seu já virtualmente aclamado EP “Girl”, em sua última apresentação deste ano. (http://stillxstrong.bandcamp.com)

Renegades of Punk: O termo “power trio” nunca foi tão cabível. Renegades of Punk é uma banda de Punk Rock que com poucos acordes e guitarras pouco distorcidas, trará ao sudeste a energia só a região nordeste do Brasil tem. (http://therenegadesofpunk.bandcamp.com)

Urutu: Também lançando EP, a nova onda do heavy metal brasileiro, vai à matinê mostrar como se misturar metal e punk, de modo nada óbvio, sem necessidade alguma de recorrer ao monstro enfadonho chamado clichê.(http://urutu.bandcamp.com)

Slaver: Diretamente da capital nacional do Thrash, Brasília, o Slaver vem a São Paulo mostrar toda a fúria do metal brasiliense com riffs cortantes e muito singing along, no melhor estilo Bay Area 80’s. Circle Pit garantido.(http://www.myspace.com/slaverthrash)

Onde: Rua Rego Freitas, 542, Centro – Próximo ao metrô república.
Quando: Domingo dia 14/10
Quanto: R$10
Horário: 17h

Agora que você já sabe tudo deste evento mais que promissor, é só aguardar e comparecer. Sem desculpas.

Veteranos d’O Cúmplice disponibilizam novo EP para audição online.

Arte do novo EP por Ivo Muniz

Acredito que para muitos admiradores do lado negro do Hardcore, assim como nós do Sujeira, uma das (senão a) surpresas mais agradável deste último dia de agosto de 2012, foi a disponibilização de três sons novos d’O Cúmplice. A banda que conta com veteranos da Hardcore/Punk, os quais já passaram por grupos como L’Enfer, Constrito e Cabeça de Gato.
As músicas “Cronos”, “Nosso tempo é o agora” e “Mnemosis” estarão no 7″, que tem seu lançamento previsto ainda para este semestre. Gravado no Estúdio Fábrica de Sonhos por Bernardo Pacheco (Elma), masterizado por William Blackmon mixadas no Estudio Improvisos por Kexo So Vile (Infamous Glory), o disco musicalmente manteve a mesma fórmula usada no split com o Te Voy a Quebrar, que consiste basicamente em Crust mais Integrity e uma pitada de Death Metal. Misturando em doses meticulosamente corretas a xucrice “D-beatiana” com a rispidez metalica lenta, ambos sempre regados a ótimos riffs. A capa feita por Ivo Muniz, fecha o disco sintetizando muito bem toda a malevolência do seu conteúdo.
Sem mais delongas, caso ainda haja dúvidas quanto à cabulosidade da banda e deste EP, vá imediatamente ao http://www.ocumplice.bandcamp.com , e como nós, aguarde ansiosamente o lançamento.

Na rede o teaser do show mais insano da Virada Cultural

Assista o teaser de um dos acontecimentos mais cabalísticos até hoje na cidade de São Paulo. Continuando a saga do último post, nesse clip você poderá ver a insanidade que foi esse último sábado na Virada Cultura. Esse material será transformado em um documentário, mostrando as facetas de como é produção de algo desse porte e o resultado de todo o esforço em si.

São imagens fortes, que conseguem retratar bem o quão infernal foi esse show, que parou o largo do Paissandú, puxando todos os rockeiros como se fossem imãs para o redor do palco.
A captação do áudio fico com Cleiton Travolta Discos e as imagem com o Xavero (eu), Blake Farber, Camaleão, Ailton Lucena e Tomás Moreira.

A ideia de fazer os vídeos é coletiva, todos opinam um pouco com suas mentes diabólicas. Tomás editou o teaser e bolou essa sequencia de imagem, que de cara mostra a pluralidade cultural presente no local, dando esse gostinho de quero mais pra quem ver o vídeo.

 “A ideia do teaser é deixar o cara com vontade de ver o vídeo principal, no vídeo principal vamos mostrar um pouco de como foi em 2011 na virada com o Test” Diz Tomás.

Como não foi citado no post anterior, vale a pena dizer que essa é a segunda vez que o Test se apresenta na Virada Cultural dessa forma. A primeira vez a banda se apresentou sozinha, dessa vez rolou o evento completo, convidando outros grupos. O documentário será a compilação desses dois shows, detalhadamente, retratando todos os fatos ocorridos, diversão e barulho garantido.

Leia a resenha aqui

Assista, compartilhe o post e veja o que você perdeu, caso você esteja no vídeo, fique feliz por ter presenciado esse momento épico.

Verdurada de 08/04 supera as expectativas.

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Verdurada 08/04/2012

Domingo de sol em São Paulo, dia 8 de abril de 2012, vai começar mais uma verdurada, hardcoreanos de todos os cantos do Brasil e da cidade começam a aparecer na porta. Essa edição do evento veio pra agradar deus e o mundo, tocando bandas de diversos estilos do rock independente, mas precisamente no punk (claro), desde o mais sujo grindcore até o punk rock melódico mais carinhoso, como esperado o show foi um sucesso do começo ao fim…

Parecendo mais uma celebração entre amigos, assim foi o show do Days of Sunday, banda que abriu o domingo de hardcore na Verdurada. A banda fez um set que mesclava músicas novas com as da demo lançada em 2010. Os meninos abriram o show com “Glue”, som clássico da banda de hardcore SSDecontrol, de Boston, com a presença de uma garota no vocal (Carol Mags), indo na contra mão da idea que o som pesado e furioso é feito só pra meninos. O público foi a delírio em diversas parte do show, não faltaram stage dive’s, dedos apontados e ideias espertas dadas pelo vocalista Welligton. O show foi muito intenso do começo ao fim, por terem sido primeira banda, foi muito melhor do que o esperado.  Para finalizar a apresentação efechar com chave de ouro – no melhor estilo “Racionais Mc’s” – o palco se aglomera de amigos e simpatizantes da banda e tocam o feroz cover de Warzone “Don’t forget the strugle, Don’t forget the Streets” deixando fora de cogitação a possibilidade de qualquer ser vivo que permanecia quieto naquele ambiente permanecer parado.

Foto por: I Hate Flash

Foto por: I Hate Flash

Foto por: I Hate Flash @ São Paulo Crew no palco, Warzone cover.

Vídeo Days of Sunday:

Clearview sobe ao palco, favoritos entre os amantes da dança violenta, o show dos caras com certeza foi o mais violento se tratando de mosh pit.  A banda mostrou muita competência no palco, sem muita política no discurso, mas sempre com bastante carisma. Com o som cru e sujo, influenciados pela velha escola do hardcore de NY e por bandas pós 2000 como Terror, o quarteto fez com que entusiastas do estilo não parassem um segundo sequer. Os caras mandaram um set bem variado, tocando sons do seu primeiro álbum e de seu último lançamento, fazendo com que a molecada gritasse em meio aos 2steps lançados no pit. Um presente para os apreciadores da velha escola foi o cover de “Take a Stand” do Youth of Today, que deu uma acordada nos poucos que estavam dispersos e aumentou a fúria de quem já estava na adrenalina do show. Os caras foram lá e deram o recado certo.

Foto por: Breno Carollo

Foto por: Breno Carollo

Foto por: Breno Carollo


Vídeo Clearview:

Pela segunda vez nos palcos da Verdurada, diretamente de Blumenau, o Nunca Inverno veio e não deixou a desejar. Banda carismática, bem polítizada. Os caras tocam um punk rock melodioso cheio de guitarras influênciados pela escola de hardcore da dischord, Dag Nasty é explicito em suas influências. A banda conta com um vocalista que não carrega muita melodia em suas cordas vocais, mas tem uma presença que transforma isso em detalhe. O público foi todo para frente do palco, abafando o som da banda cantando junto em todos os refrões, o palco mais parecia um trampolim comunitário, todos esperando a vez de pular no stage, amigos subindo e dando beijos nos integrantes e etc. O ano 2012 coincidiu com os cinco anos que os caras não tocavam na Verdurada de São Paulo, então fizeram um set mais longo com covers de clássicos do hardcore americano. Os meninos do Sul deram de brinde dois sons foderosos do Bad Brains pra galera, que quase desmontou o palco, fizeram uma apresentação digna e que por mais longo que tenha sido o show, passou longe de ser cansativo.

Foto por: I Hate Flash

Foto por: I Hate Flash

Love. Foto por: I Hate Flash

A palestra pode ser realizada, o palestrante teve um problema  em campinas e não pode chegar a tempo.

Para os ouvidos sensíveis essa foi a pior parte do show. A cor do público começa a escurecer e as jaquetas com patch começam a brotar no meio da galera. Entra o Facada no palco, brutalidade sonora é pouco para descrever o show desses caras. Diretamento do Ceara a banda mostrou ser muito mais absurda ao vivo do que em suas gravações, grindcore cru e reto. O trio assustou a molecada que não esperava aquele tipo de som, fazendo os mais leigos no assunto se perderem diante dos riffs e se abismar com o blast beat sanguinário executado pelo batera. A banda levou um público bem específico que entrou pra ve-los e logo foi embora. O facada fez a pulsação dos presentes aumentar a cada música. Desde os seus contemporâneos até os mais jovens não arredavam pé da frente do palco do começo até o fim do show, bangueando ou se esbarrando, degustando o mais aniquiladora apresentação do trio cearense, que soa clichê, mas pode  ser inserida facilmente na lista dos nomes para ser trilha sonora do fim do mundo.

Foto por: Tiago Rossi

Foto por: Tiago Rossi

Bangueando. Foto por: Tiago Rossi

Vídeo Facada:

Entra no palco a banda mais esperada da noite. Em meio a polêmicas virtuais e desmascaradas dias antes do show, o Rvivr sobe ao palco trazendo alegria para todo ambiente. Com sorrisos estampados no rosto os músicos não escondiam a felicidade que sentiam naquele momento. Um punk rock carregado de melodia, vocal feminino e masculino se encontrando no meio das músicas, letras politizadas e muita purpurina. A frente do palco da Verdurada se enchia de garotas, feministas à flor da pele, com cartazes de agradecimento à banda, pelo suporte que dão as mulheres. Rvivr fez um show épico, as vozes do público acompanhavam cada estrofe das músicas, o show levou o ambiente a um pico de harmonia, fazendo com que as pessoas se abraçassem, cantassem juntos deixando intimo qualquer estranho que estivesse ao lado. Nada de rodas de hardcore, stage dive’s até rolaram, porém em baixa quantidade. Uma das mensagens do vocal foi “vamos se divertir, mas de forma que ninguém se machuque”, não houve problema algum, todos entenderam o recado e fizeram o show deles mais do que especial. O quarteto tocou quase uma hora, voltaram duas vezes a pedido do público, fecharam o show com uma ‘confraternização’ no palco entre meninos e meninas, dançando e cantando suas músicas como se não houvesse amanhã.

Foto por: I Hate Flash

Foto por: I Hate Flash

Foto por: I Hate Flash @ Festa no palco!

Vídeo Rvivr

Caso não conheça alguma das bandas ou nenhuma, simples, só clicar nos nomes das bandas que estão em negrito, tem o link de seus respectivos sites. Para mais informações sobre a Verdurada: www.verdurada.org

Speed Kills volta com formação nova e força total em 2012

Foto por: Wander Willian

Uma das bandas mais absurdas que surgiram nos últimos tempos em território tupiniquim. Conexão entre paulistas e volta-redondenses que deu muito certo, dai surgiu o Speed Kills. Crust/Hardcore da mais fina qualidade, ótima pedida para fãs de Mob 47, Anti Cimex e Discharge.

Speed Kills ao vivo em Vila Velha 2012 @ Foto por: Heitor bonomo

Recentemente lançaram o seu primeiro 7# pelo selo Nada Nada Discos, dando ênfase a tudo de mais poderoso que possa se encontrar no estilo, rapidez, raiva e sujo o bastante para assustar qualquer leigo que se diz apreciador de música pesada.
A banda ficou um tempo de molho, pois alguns dos integrantes se encontravam em outras atividades, porém 2012 é o ano do apocalipse e eles decidiram voltar com força total para acelerar o processo e fazer a trilha sonora do fim do mundo.

Capa do 7# lançado pela Nada Nada Discos.

Ouça aqui:

Hoje eles contam com uma nova formação, Daniel (baixista) não pode continuar na banda, para assumir o lugar dele convidaram Douglas (Deaf Kids), no mais continuam os mesmos integrantes: Alemão (bateria) e Felipe Pato (Guitarra e Vocal).

Speed Kills nova formção (punx também curtem praia) 2012

Se você é um bom degustador de barulho, não perca tempo, conheça a banda e compareça aos shows.